Giro - Edições Anteriores

Seis Cédulas Por Segundo

O novo equipamento foi projetado para processar depósitos de cédulas em maço a uma velocidade de processamento e transporte de 6 cédulas por segundo e possui dispositivos e arquitetura inteligente contra vandalismo ou tentativa de utilização de dinheiro falso durante a transação de depósito, com sensor de alta acuidade para reconhecimento de característica física e de autenticidade em até 1500 pontos de cada cédula.

Um dispositivo “scrow” permite que cédulas sejam armazenadas temporariamente e a transação somente seja concluída quando confirmada pelo cliente na hora do depósito. O cliente pode aceitar ou não o que é informado pelo GD Lobby 90 e tomar a decisão de interromper uma transação, caso lhe sejam informados valores diferentes do declarado no ato do depósito.

“Na Europa há Bancos que optaram por orientar ao equipamento GD Lobby 90 a reter as cédulas com problemas de autenticidade, informando ao cliente e à instituição financeira todo o histórico do procedimento, com todos os detalhes das notas em questão. Imaginamos que no Brasil, por uma questão de legislação e cultura, os Bancos poderão optar apenas por informar ao cliente e devolver as notas com problemas”, comenta Flamarion Pirtouscheg, diretor presidente da Giesecke & Devrient Brasil (GD Brasil).  “Porém, entendemos que a retenção das notas deverá ser adotada assim que toda a solução de deposito on-line seja implementada em grande escala pelo sistema bancário”, afirma o executivo.

Rastreamento dos depositantes

Atualmente, não existe um mecanismo e um software de rastreamento incorporado no próprio mecanismo das máquinas existentes que possa afirmar que determinada nota falsa foi ou não depositada por um determinado cliente.

O novo equipamento GD Lobby 90 pode ser fornecido com o software PIDSY (Post Identification System) que faz o rastreamento de cédulas em qualquer ponto do processo, ou seja, permite a impressão digital da cédula e do depositário de origem. Caso o maço tenha alguma nota falsa, por exemplo, o software informa à instituição bancária ou empresa processadora quem é autor do depósito realizado. “Este recurso evita que gangues especializadas se utilizem de caixas eletrônicos para a lavagem de dinheiro falso a partir de depósitos em ATMs”, destaca Pirtouscheg.