|
Investimento Maior no “Metaverso”
A iniciativa do Bradesco exigiu um investimento significativamente maior do que elaborado por outros bancos brasileiros, que montaram apenas versões virtuais de prédios em ilhas já existentes. É que a dinâmica do Second Life, um ambiente tridimensional imersivo, onde o usuário navega por meio de um avatar (uma representação do jogador), exige que a empresa se estabeleça ou por meio de espaço comprado em ilhas já existentes ou então pela criação de um ‘continente’ próprio no SL, como fez o Bradesco.
A Ilha possui diversos ambientes e funcionalidades, com a objetivo de atrair a atenção do público que freqüenta o SL no Brasil, notadamente público A/B, já que o game é exigente quanto à performance de banda larga, motivando as ações de diversos bancos e empresas a investirem neste ambiente no Brasil e no resto do mundo.
A idéia, claro, é usar o Second Life para divulgar produtos, ações, promoções e campanhas institucionais, do banco aumentando a visibilidade da marca. Mas ao optar por criar uma Ilha própria tem seus entraves: diferente de outras ilhas de maior apelo, e, portanto, mais público, o Bradesco precisará criar eventos e outros atributos que chamem a atenção de visitantes. Ainda com público reduzido e com pouca interação ‘in-world’, ou seja, ferramentas que exploram a dinâmica típica do metaverso, o Bradesco está fazendo pelo menos uma coisa certa: divulgando uma grade de eventos, o que e essencial para atrair a atenção dos avatares brasileiros. |