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Novo recorde, apesar da crise

Em comparação com 2008, a marca de R$ 1 trilhão obtida em 2009 apresenta queda de R$ 29,70 bilhões dos tributos arrecadados pela Receita Federal do Brasil (exceto o INSS), crescimento de R$ 16,26 bilhões de INSS, crescimento de R$ 1,55 bilhão de FGTS, crescimento de R$ 8,61 bilhões de tributos estaduais e R$ 3,28 bilhões de tributos municipais.

Os tributos que apresentam a maior queda são: IPI (R$ 10,26 bi), imposto de renda (R$ 7,66 bi) e COFINS (R$ 6,59 BI).

Já os tributos que apresentam maior crescimento são: INSS (R$ 16,26 bi), outros tributos estaduais - IPVA, ITCD, taxas (R$ 5,43 bi), tributos municipais - IPTU, ITBI, ISS, taxas (R$ 2,67 bi) e ICMS (R$ 2,23 bi).

Para o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, "apesar da crise financeira internacional e das desonerações tributárias efetuadas pelo governo federal, nominalmente a arrecadação de tributos em 2009 apresentará crescimento de 1,9%, constituindo-se em novo recorde, demonstrando que o brasileiro é um exímio pagador de tributos, ao contrário daquilo que se propala constantemente."

 

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