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Linha de Crédito Ampliada

Esses números fazem parte dos resultados do primeiro trimestre de 2009 divulgados pelo Banco ABC Brasil. A carteira de crédito, incluindo garantias prestadas, atingiu R$ 6.435,5 milhões, praticamente estável em relação ao 4T08 (R$ 6.485,5 milhões) e com crescimento de 11,4% sobre o primeiro trimestre de 2008 (1T08). A qualidade da carteira continua elevada com 95,9% das suas operações de crédito classificadas como AA a C (Resolução 2.682 do Banco Central do Brasil).

Conforme Sergio Lulia Jacob, Vice-presidente e Diretor de RI do Banco, a alta qualidade da carteira é explicada pelo processo decisório ágil e a profunda expertise na análise de crédito, que permitem ao banco reunir uma carteira de clientes de alta qualidade.

O amplo acesso às fontes de captação segue como importante vantagem competitiva possibilitando ao Banco ABC Brasil uma situação de liquidez confortável. No primeiro trimestre de 2009 houve uma evolução positiva na captação de investidores institucionais e de clientes corporativos. Os depósitos a prazo dos primeiros apresentaram crescimento de 48,7% em relação ao 4T08, enquanto os clientes corporativos aumentaram em 18,9% seus depósitos em relação ao mesmo período.

Em função das turbulências econômicas no cenário mundial, no final de 2008 o Arab Banking Coporation ampliou para US$ 300 milhões a linha de crédito disponível para o Banco ABC Brasil. Entretanto, com liquidez elevada, o Banco optou por contar atualmente com apenas US$4 milhões em linha sacada, mantendo disponível a maior parte dos limites de crédito.
Rentabilidade e rating

Sérgio Lulia Jacob destaca que entre os fatores que impactaram a rentabilidade deste trimestre estão a manutenção de liquidez elevada, redução da taxa básica de juros (selic) e redução das carteiras de empréstimos do Banco devido à postura mais conservadora adotada a partir do 4T08. Quando comparado com o lucro líquido recorrente (sem a provisão adicional para devedores) de 4T08 (R$ 30,9 milhões) houve uma variação de -15,0%.

O Banco ABC Brasil manteve a mais alta classificação de risco entre os bancos médios de capital aberto. Foi conferido pela agência Moody´s Investors Service, para depósitos em moeda local de longo e curto prazo "Aa1.br"/"Br-1" na escala nacional e "Baa3"/"P3" na escala global. A agência Fitch Ratings Inc., confere "AA-" na escala nacional e "BB+" em escala global.

Na análise de Sergio Lulia Jacob, existe um cenário promissor para o Banco ABC Brasil, impulsionado pelas fusões entre os grandes bancos e a saída de players do setor de crédito brasileiro. "Essas oportunidades somadas à busca das empresas por diversificação de provedores de recursos possibilitarão uma retomada mais veloz tão logo a situação se normalize", diz o executivo, ao justificar a decisão estratégica do Banco em manter suas equipes.