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Mark Fisher vai substituir Rijkman Groenink, que renunciou depois que o ABN foi comprado e que os presidentes-executivos dos três integrantes do consórcio ingressaram no conselho de supervisão do banco.

Fisher surgiu como um dos arquitetos da bem-sucedida integração do Royal Bank com o National Westminster e era diretor de tecnologia da informação, serviços de suporte e compras do Royal Bank.  No conselho de administração, ele contará com dois vice-presidentes, Wilco Jiskoot, que se ocupará do negócio de bancos privados, e Karel de Boeck, que estará à frente de recursos humanos, comunicações e imprensa.

Os acionistas do ABN aceitaram também as demissões do brasileiro Marcus Pratini de Moraes, David de Rothschild, Paulo Scaroni, lorde Sharman de Redlynch e Gerhard Randa, membros do conselho supervisor.

Este organismo continuará presidido por Arthur Martinez e farão parte dele Jean-Paul Votron, executivo-chefe do Fortis, Fred Goodwin, executivo-chefe de RBS, e Juan Inciarte, diretor-geral do Santander. Ficam nos postos no conselho de supervisão Andre Olijslager, Trude Maas, Rob van den Bergh, Anthony Ruys, Gert-Jan Kramer e Ana Maria Llopis Rivas.