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INFORMAÇÕES GERAIS

 


I FÓRUM SOBRE INCLUSÃO FINANCEIRA
E CONSUMO POPULAR

A inclusão financeira é a grande aposta para os próximos anos de todos os setores da economia no Brasil e em diversos lugares do mundo. 

Para mostrar o que algumas empresas dos setores da indústria, comércio, serviços e TI estão planejando para atender as demandas dos consumidores das classes C, D e E, a Cantarino Brasileiro está organizando o "I Fórum sobre Inclusão Financeira e Consumo Popular", que acontecerá dia 26 de novembro, na Fecomercio, em São Paulo.

Na ocasião, serão iremos abordar:

Case da Cidade de Deus – IETS: projeto para melhorar o ambiente de negócios na comunidade, para promover o desenvolvimento dos micro e pequenos negócios da comunidade, de maneira a aumentar a renda e estimular o consumo, e também estimular a chegada de programas sócias do tipo Bolsa Família. Melhorar o ambiente de negócios significa reduzir burocracia e melhorar acesso a serviços como credito, capacitação e energia elétrica, entre outros.

Case IBM na Índia: parceria com a FINO leva solução de bancarização para população rural indiana.

A estratégia da multinacional de tecnologia para a área de Microfinanças será um dos assuntos expostos no Fórum. A IBM em parceria com a FINO (Financial Information Network and Operations) levou à Índia- país onde grande parte da população é não-bancarizada-,  um smartcard. Com a tecnologia empregada  permitiu uma série de benefícios para os indianos, além de um custo total por transação financeira 15 vezes menor do que em um banco tradicional do país. O case já inspira iniciativas em outros lugares do mundo, como o Peru.

Vivência: o  painel consiste  em proporcionar a integração dos participantes do Fórum com um seleto  grupo de comerciantes da favela de Paraisópolis.

A vivência dos comerciantes formais e informais proporcionará uma análise do modelo vigente junto a este importante ponto de contato com a comuidade  na cadeia de fornecimento de produtos e serviços das empresas.

Será coordenadado pela Sra Karen Sandrault.

Banco Palmas: o primeiro banco comunitário brasileiro foi o Banco de Palmas, inaugurado em janeiro de 1998 Conjunto Palmeira, um bairro popular  com 32 mil habitantes situado na região sul de Fortaleza - CE, nordeste do Brasil. O Banco Palmas criou no bairro um sistema econômico que conta com uma linha de microcrédito alternativo (para produtores e consumidores), instrumentos de incentivo ao consumo local (cartão de crédito e moeda social circulante) e novas formas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas. O Banco Palmas tem três características centrais: gestão feita pela própria comunidade, inclusive a administração dos recursos; sistema integrado de desenvolvimento local, que promove o crédito, produção, comercialização e capacitação; e o circulante local (Palmas), complementar à moeda oficial (real), e que é aceito e reconhecido por produtores, comerciantes e consumidores do bairro, criando um mercado solidário e alternativo entre as famílias. A moeda Palmas é indexada e lastreada em reais (1 Palmas vale R$ 1), o que permite aos empreendimentos produtivos da comunidade, como comércio, indústria e  serviços, fazer "câmbio" sempre que precisarem repor seus estoques com produtos que não são fabricados no bairro.  A Palmas já é aceita por 240 empreendimentos, que oferecem descontos de 5% para quem compra com a moeda do bairro.

 

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