Giro - Edições Anteriores

O Crédito Responsável e o Meio-Ambiente

Eduardo de Oliveira Gouvêa*

No atual estágio da evolução do direito, o princípio da boa-fé objetiva ganhou status de alicerce das relações de negócio em geral, com a transparência e a informação passando a ser obrigatórias em todos os aspectos e questões jurídicas celebrados entre fornecedor e consumidor. Mais do que isso, elas devem estar devidamente evidenciadas sob pena de atrair responsabilidade civil àquele que não atender de maneira criteriosa sua estrita observância. Leia Mais.

* Eduardo de Oliveira Gouvêa é advogado sócio do C. Martins & Advogados Associados; mestre em direito processual civil pela UNESA, pós-graduado em direito administrativo, direito processual civil e direito constitucional pela Universidade Estácio de Sá. É membro efetivo do Instituto Brasileiro de Direito Processual e professor universitário. É especialista na área de Advocacia Contenciosa, Direito Público e Direito Securitário. Leia Mais



Artigo: Ouvidorias na Prática Diária

Marcio de Araújo Coriolano - Ouvidor do Bradesco Seguros e Previdência.


O que mudou desde o início de 2004, após a certificação das ouvidorias pela Superintendência de Seguros Privados (Susep)? São quatro anos plenos de experiência e de serviços. O que há a comemorar? Antes, um esclarecimento: há denominações e conceitos diferentes para aqueles que cuidam de proteger os interesses individuais nas empresas e no setor público, o "ombudsman" e o ouvidor. Leia Mais




A Nova Lei Contábil e o Valor das Empresas

Edison Cunha *

A crescente globalização dos mercados e o momento especial que passa a economia brasileira vêm despertando o interesse de uma quantidade expressiva de investidores internacionais, dispostos a aplicar recursos em empresas com potencial de expansão e perspectiva positiva de retorno financeiro. Leia Mais

* Edison Cunha é diretor de operações da Trevisan Consultoria.


A Ouvidoria Como Fonte de Dados


A obrigatoriedade de implantação de auditorias provoca uma corrida, principalmente nos bancos pequenos e médios, para adaptar suas estruturas de TI às exigências desta aplicação. Cabe ressaltar que o prazo estipulado pelo BC nem sempre condiz com a capacidade de articulação das instituições, mas, ao final, o esforço de adaptação pode trazer vantagens competitivas que não estavam necessariamente previstas neste movimento. Tânia Leal, da Vertical Financial Services da Polics, comenta o assunto. Leia Mais


* Tânia Leal é Gerente Comercial da Vertical Financial Services da Polics.


Classe Média é a que Mais Paga Taxas

A classe média brasileira, além de ser a que mais paga impostos, também é a que mais paga tarifas bancárias. Esta é a conclusão do professor PhD Marcos Crivelaro, da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista).

Com a diminuição progressiva dos juros, os bancos têm encontrado na elevação de suas tarifas uma forma de manter - ou, inclusive, aumentar - suas receitas. Leia artigo do professor Marcos Crivelaro.

*Marcos Crivelaro
é professor PhD na FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista e na Faculdade Módulo, especialista em matemática financeira e consultor em finanças.


A Indústria Bancária: Uma Visão para 2020

José Luiz Cerqueira CésarJosé Luiz Cerqueira César*
artigo@relatoriobancario.com.br

Considerando o cenário de integração regional da América Latina, bem como as circunstâncias do processo de globalização, analisemos, a seguir, as condições de sobrevivência dos bancos brasileiros.

Acredito que a configuração dos bancos brasileiros, para os próximos 20 anos, cristaliza-se num desenho de forte dependência de alguns fatores, a saber: Leia Mais




* José Luiz Cerqueira César deixou recentemente a Vice-Presidência de Tecnologia e Logística do Banco do Brasil. Foi também CIO da BM&F e Superintendente de TI do Unibanco e do Banco 24 Horas.


“Crédito Flex” – Solução também para o Micro Empreendedor

Ricardo CoelhoRicardo Coelho

O IBGE informa que no Brasil há mais de 10 milhões de pessoas na economia informal urbana, e que apenas 5% destas têm acesso ao crédito formal. Isto explicita uma grande oportunidade para as Instituições Financeiras . Por outro lado, sabemos que os ME´s ainda não dispõem de soluções financeiras ajustadas a suas realidades. Leia Mais

 



O Brasil na vitrine do mercado financeiro

Patrícia Freitas*Patrícia Freitas*

O Brasil tem recebido freqüentes visitas de bancos estrangeiros interessados em conhecer de perto o que temos feito no campo da tecnologia da informação para o mercado financeiro. Especificamente, eles têm aportado em território nacional com o objetivo de entender nossas bem sucedidas iniciativas em capacidades e processos, com destaque para o atendimento ao cliente, oferta de produtos e outsourcing de serviços. Leia Mais

*Patrícia Freitas é diretora da Unisys Brasil para o Mercado Financeiro


Mercado de seguros adere à Lei Sarbanes-Oxley

 Por Eduardo Carmona*

Eduardo CarmonaA transparência é um conceito em evidência no mundo corporativo. As empresas têm adotado as melhores práticas de governança corporativa para elevar a confiança de investidores, acionistas, fornecedores e, principalmente, parceiros e clientes. A iniciativa, que teve início há  quatro anos, a partir da criação da Lei Sarbanes-Oxley, também chegou a companhias que não  têm a obrigatoriedade de  estarem  em conformidade com a lei norte-americana. Há vários exemplos em diferentes segmentos, um deles é o mercado segurador.   

Em 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) emitiu a Circular 249, com tópicos sobre atribuições semelhantes aos da  Lei Sarbanes-Oxley, principalmente, no que trata de controle interno. Leia Mais

* Eduardo Carmona é superintendente de auditoria e planejamento da Indiana Seguros


Cadastro Positivo, Um Consenso

Elcio Anibal de Lucca*

Hoje, ao procurar crédito, o bom pagador paga pelo mau, pois o risco de inadimplência é repassado de forma igual

Muito se  fala sobre o aumento da inadimplência e do endividamento da  população.  A  evolução  do  crédito para pessoa física, muitas vezes rotulado   como   crédito  fácil,  e  as  elevadas  taxas  de  juros  são freqüentemente   apontadas   como   justificativas  para  o  fenômeno da inadimplência.  Em parte, são. Resta saber quais são os outros fatores de impacto,  além  da  Selic. É necessário elencar também a metodologia para concessão  de crédito, pois as partes envolvidas são duas: o consumidor e o concedente. Leia Mais

*Elcio Anibal de Lucca,
administrador pela EAESP-FGV, é presidente da Serasa


A NOVA GERAÇÃO DOS CANAIS DE ATENDIMENTO

Francisco Alberto RodriguesFrancisco Alberto Rodrigues*

Os canais de atendimento dos bancos estão em permanente estado de renovação e desenvolvimento. Nessas mudanças, a sua aceitabilidade pelos clientes e a preocupação com a segurança do ambiente dominam as discussões de quem comanda a concretização das iniciativas. Porém, conhecer a realidade interna da organização para realizar as transformações é tão necessário quanto apurar a percepção do público externo com relação aos serviços e ao canal no qual eles são oferecidos. Leia Mais



* Francisco Alberto Rodrigues é diretor de Projetos da vertical Finanças na Unisys Brasil. francisco.alberto@br.unisys.com


ARTIGO: "SOA É COMPARÁVEL À REVOLUÇÃO DO WINDOWS"

”Arquitetura focada em serviços é comparável ao surgimento da interface icônica.”

Por Luiz Cláudio Menezes*

O modelo de web services despontou, nos últimos anos, como a forma mais evoluída do conceito de web-top; ou seja uma nova abordagem de TI que encara a conexão à web como o centro das interações de negócios, tendo o ambiente da Internet como lugar tecnológico para o qual devem fluir todos os recursos de TI das companhias.

Leia Mais

* Luiz Cláudio Menezes, diretor geral da Progress Brasil


Artigo: Conhecimento do Cliente

Patrícia FreitasA criação e a ampliação de canais de atendimento ao cliente continuam em franca expansão no sistema financeiro. Além do crescimento e desenvolvimento linear do correspondente bancário, já há projetos sendo estudados com o uso da TV digital, que nem começou ainda a operar comercialmente.

Em todos os casos, o objetivo central é conquistar clientes, principalmente aqueles que têm ojeriza às filas de uma agência bancária. Entretanto, onde isso vai parar? Leia Mais

* Patrícia Freitas, diretora de Vendas para o Mercado Financeiro da Unisys.


ATENDIMENTO BANCÁRIO: OS 15 MINUTOS SEM LEI

Walter Franco Tarabay é presidente da PanDataPor Walter Franco Tarabay*

Diante da eficiente base tecnológica dos bancos brasileiros, podemos seguramente inferir que a reação firme dos bancos contra a chamada “Lei dos 15 Minutos” deve ser atribuída muito mais a uma questão de princípios do que à questão da competência para a implementação desta exigência. Como veremos a seguir, o ponto central também não está nos custos.


*Walter Franco Tarabay é presidente da PanData, empresa de tecnologia de ponta para automação bancária e soluções para a indústria financeira em geral.


Tomador de Crédito – Vassalo ou Rei?

Ricardo CoelhoSabemos que muitos gestores de grandes instituições financeiras reconhecem a necessidade de ter cliente tomador de crédito na base, apesar de considerá-lo cidadão de 2ª linha, desregrado, desalinhado socialmente, etc. Este pensamento equivocado, mesmo que “oculto”, limita a visão das oportunidades e torna frágil a instituição.

Relembro que em 1.996, na primeira edição do meu livro, já definia a importância de distinguir os clientes de instituições financeiras como Investidores ou Tomadores. Reflexão atualmente comum entre muitos profissionais do ramo.
Leia Mais

Ricardo Coelho é Consultor, Palestrante, e desenvolve Treinamentos em Gestão de Negócios para Profissionais de Bancos.


A VOLTA DA COMPETIÇÃO AO SISTEMA FINANCEIRO

Antonio Carlos Castrucci é consultor independente especializado em mercado financeiro *

Os bancos terão de aprimorar sua tecnologia para gerir risco de crédito, caso queiram aproveitar em plenitude as muitas oportunidades emergentes nesse campo. Leia Mais

*Antonio Carlos Castrucci é consultor independente especializado em mercado financeiro, com pós-graduação nos EUA na área de risco de crédito e mais de 37 anos de atuação junto a bancos brasileiros e internacionais. Já presidiu organizações como o Banco Paulista, do qual foi sócio-fundador, a ABBC - Associação Brasileira de Bancos de Comércio e a CAAR - Câmara de Avaliação de Assuntos de Risco (constituída por representantes diretores de todas as associações de classe de todos os segmentos dos mercados financeiro e de capitais).